terça-feira, janeiro 24, 2006

o valor da cotonete

todos gostamos de sentir

eu invejo mais quem reconhece pequenos pormenores numa música, do que quem a ouve em altos berros

9 Comments:

Anonymous Anónimo said...

eu invejo mais quem tem mamas grandes cu rijo e sabe karate!

janeiro 24, 2006  
Blogger jmnk said...

doris - (risos)

janeiro 24, 2006  
Blogger ana said...

doris, o que tu queres sei eu!

janeiro 24, 2006  
Blogger jctp said...

Ora aí está! De outra forma nem poderias gostar do the final cut. Era impossível. Ias achar um álbum chato, depressivo e inaudível, ou coisas parecidas. E realmente, talvez até o seja, mas apenas no sentido em que a lily briscoe, no to the lighthouse, da virgínia woolf, não é imediatamente bela. “thinking that Lily’s charm was her chinese eyes, but it would take a clever man to see it”.

A diferença entre a boa música e a má música talvez seja mesmo essa. A má música seria aquela que tu ouves uma vez, podes até gostar muito, é natural que sim, mas depois mesmo que voltes a ouvir mil vezes é sempre a mesma.

A boa música seria aquela que ouves a primeira vez, talvez até nem te agrade muito ao princípio, mas que quanto mais ouves mais aprendes a gostar e mais coisas descobres nela.

Isto deve servir para a arte em geral, e servindo para a arte, servirá talvez também para a vida que tende a imitá-la.

janeiro 24, 2006  
Anonymous Anónimo said...

ó Ana, o k eu quero é ter mamas grandes, cú rijo e saber karate sem gastar tempo nem dinheiro, tá bom de ver!:o)
(Era nisso que estavas a pensar?)
P.S. Qto mais de teoria e história da música souberes mais vais notar os pormenores: solfejo minha amiga, muito solfejo pra ti e pra todos nós!

janeiro 25, 2006  
Blogger Zé Gato said...

good point

janeiro 25, 2006  
Blogger ana said...

obrigada jctp pelo teu comentário. é preciso ter qualquer coisa, inteliência, sensibilidade, solfejo, o que seja, para conseguir apreciar, sentir com coisas quase inaudíveis ou invisíveis, ou...

daí a importância das cotonetes: manter os nossos receptáculos tão limpos quanto possível, e não precisarmos de recorrer aos extremos para nos vermos a sentir qualquer coisa.

janeiro 25, 2006  
Anonymous Anónimo said...

Eu cá gosto dela bem alto, imersiva, mais forte do que qualquer barreira que possa tentar levantar. Eu cá gosto de levar porrada das ondas do mar, não aprecio o molha-pés. Ouvir "boa" musica aos "altos berros" - será horrivel?

janeiro 25, 2006  
Blogger ana said...

não, horrivel não, entendo-te, mas tira-nos sensibilidade às coisas mais suaves, não?

janeiro 25, 2006  

Enviar um comentário

<< Home