quinta-feira, novembro 24, 2005

"...sobre todas as coisas"

se Deus existe, e ele é o de Moisés, e se foi ele e não Moisés que mandou aqueles 10, porque raio quis ele que o adorássemos sobre todas as coisas?
Será que o moço é possessivo, ou será que ele consegue ver uma vantagem psico-coisa em definirmos um absoluto-metafísico ao qual nada se sobrepõe?

11 Comments:

Blogger ana vicente said...

Os dez mandamentos são uma tanga moralista da Igreja. E não consigo ver a coisa de outra maneira...

Ok, mais um esforço. Quando digo "tanga moralista" não estou a dizer que os princípios são maus, mas são basicamente sociais - tentam instalar uma ordem moral. Nesse sentido, não os considero dignos de uma visão cristão sobre Deus, são banais e pouco verdadeiros. Aliás são mandamentos exteriores: por isso não servem para nada. São leis em que não há fiscais.

novembro 24, 2005  
Blogger ana said...

ana vicente, percebo. há muitos deles que não os vejo se não como uma forma de regular a sociedade.

mas, à parte disso, consegues ver uma vantagem psico-coisa em definirmos um absoluto-metafísico ao qual nada se sobrepõe?

novembro 24, 2005  
Blogger ana said...

ui jp, sério? então? ai!

novembro 24, 2005  
Blogger ana vicente said...

Sim, consigo. Se nos relacionarmos apenas com um absoluto metafísico, o nosso comportamento em princípio será apenas guiado por esse.

Assim, não podemos justificar os nossos comportamentos ao sabor de absolutos relativos mais convenientes.

novembro 24, 2005  
Blogger ana said...

a primeira vez que pensei na importância psico-coisa desse absoluto foi quando perdi uma coisa muito importante. e pensei assim: foda-se, mm que tenha perdido isso, há OUTRA COISA que mantenho e que é muito mais importante, e por isso continua a valer a pena sair da cama.

acho importante ter uma OUTRA COISA que não se possa perder

novembro 24, 2005  
Anonymous Anónimo said...

Pois, a vantagem é não perder o Norte, porque os céus e a terra passarão, mas Deus não se moverá, quem assim pensar terá sempre acesso livre à paz de espírito.

novembro 24, 2005  
Blogger ana said...

bom, doris, eu sabia que tu me tinhas trocado pelo porto, mas dizer que Norte e Deus são uma e a mm coisa, é demais, pra mim é demais!

novembro 24, 2005  
Blogger indigente andrajoso said...

tal como os 7 pecados mortais... so serve para a igreja abafar o que de mais natural há em nós... a natureza humana

novembro 24, 2005  
Blogger anarresti said...

Olha, que se quisermos ser chatos podemos recorrer à semântica. E insistir Ele disse "sobre todas as coisas". Logo adorem-se as outras também. Desde que se dê preferência a Ele. lol. Agora a sério. Eu vejo a Revelação como... uma revelação. No AT há algo interessante. Penso que no livro do Êxodo, mas se não for nesse é num dos primeiros do Pentatêuco [ou lá como é que se escreve] há uma parte da escritura que diz algo como O Deus das planícies [acho que é assim] é um Deus ciumento, não quer que adores os outros deuses. Ele é mais poderoso que todos os outros deuses. Devo estar a meter água, não me lembro da citação, mas o que me interessa é o sentido. Além de achar interessante essa do ciumento é muito curiosa a indicação de Deus ser mais poderoso que os outros. Ou seja, está-se a falar a um povo que ainda está a abandonar o politeísmo por isso primeiro é dito "este Deus que te é apresentado" é mais poderoso. Depois vai sendo dito é o único. Os dez mandamento são algo muito, muito prático. Não cometer incesto previne a consaguinidade, protege de forma muito clara a sociedade. Proibir o adultério é a forma mais fácil de assegurar alguma tranquilidade social [embora a monogamia não seja a única forma de organização social]. Proibir o assassinato... bem. Um código moral que se resume em dez regras. Mas eu vejo as coisas de outra forma até. Já alguém reparou na forma verbal? NÃO MATARÁS! AMARÁS É o futuro simples. Os mandamentos não dizem Nãom mates! Não podes matar! Estás imedido de matar! Aquilo é uma profecia. Uma oferta de Deus ao povo. Quando o povo se converter será capaz de viver daquela forma. Mas claro que é muito pouco não matar, não cometer adultério, etc. Aquilo surge no início da revelação. Tal como, quando crescemos os nossos pais nos dizem algumas regras básicas. O verdadeiro desafio viria com Cristo. Um abraço, nuno.

novembro 25, 2005  
Anonymous Anónimo said...

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agosto 08, 2006  
Anonymous Anónimo said...

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fevereiro 15, 2007  

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